Quadrado Circular: consumo sustentável

O coletivo Quadrado Circular foi criado para movimentar a economia colaborativa e unir o movimento de desapego ao desejo de uma cidade cada vez mais viva, pulsante, colaborativa, criativa e auto sustentável.

A iniciativa é do quarteto feminino formado pela gaúcha de Porto Alegre (RS) Clara Cardoso, 35, servidora pública; a paulistana Ariana Frances, 35, advogada; e as brasilienses Patrícia de Paula Gomes, 34, jornalista e publicitária; e Mônica Vasconcelos Ribeiro, 38, economista. O objetivo é promover formas de consumo mais sustentável e consciente.

“A ideia é promover encontros públicos nos quadrados de Brasília onde as pessoas circulem e possam experimentar um novo olhar sobre as relações de consumo”, explica Clara, que conversou com a coluna Consumo Consciente e destaca que embora seja um pequeno negócio e cheio de potencial para crescer, a ideia não é só ser mais um bazar e brechó que se limite a vender roupas.

quadradocircular“Como um movimento aberto que se renova a cada edição, circula na cidade e interage com seus moradores, o Quadrado Circular é vivo como nossa Brasília. Ele também é encontro, ocupação de espaços públicos, bate-papo, diversão, parcerias, cores, ação social, curadoria, alegria, estampas e oficinas que estimulem uma relação mais consciente e afetuosa com as nossas próprias roupas.”
Quadrado Circular

Responsabilidade social

Em paralelo às edições do bazar, o coletivo promove campanha de doações em benefício de entidades que atendem populações vulneráveis do Distrito Federal.  O Quadrado Circular também cria conteúdo nos canais do coletivo nas redes sociais (Facebook e do Instagram) para provocar as pessoas a repensarem as suas formas de consumo e a exercitarem um novo olhar sobre as roupas.

As sócias têm muito cuidado em todas as etapas da produção. “Desde o momento em que recebemos as colaboradoras que entregam as roupas para a venda no dia do bazar; na curadoria das peças que serão expostas; na estipulação dos preços, que devem ser acessíveis; na escolha do estabelecimento parceiro com valores alinhados aos nossos; no planejamento da programação do dia; nas questões ambientais que envolvem o evento, como por exemplo, a não utilização de sacolas plásticas e a arrecadação de sacolas de papel já usadas para reutilizarmos no dia”, descreve Clara.

 

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